domingo, 6 de junho de 2010

Dia 5 - ASSIS - CIDADE DESLUMBRANTE - MUITAS FOTOS

Fomos a estação Roma Termini e compramos nossos bilhetes para Assis nos terminais eletrônicos.
Tomamos o trem, com assentos marcados e desembarcamos em Foligno. Ali tomamos um trem regional e fomos até Assis.




No caminho passamos por várias cidadezinhas e desembarcamos na estação de Assis. Já do trem dava para ver a maravilha das construções da parte alta da cidade, onde estão as igrejas de S Francisco, Santa Clara e São Benedito.

A estação tinha uma bem montada cafeteria, onde o pessoal parou para comer alguma coisa e comprar bilhetes de ônibus circular para ir até a parte alta da cidade.
Eu comi um folhado com recheio de chocolate, que... mama mia.


Descemos do trem e já nos maravilhamos com as construções seculares das casas. Tem se a impressão de que se está vivendo na idade média. A atmosfera da cidade é especial. As fotos falarão mais do que as palavras.

















Subimos até a igreja e perto dela estavam desmontando um grande palco, pois houve um mega show, que depois vi em um cartaz. Perguntei a uma moça que estava ajudando a carregar uns fios o que tinha havido lá e ela, com sua gentileza cavalesca disse: niente, niente e me fez sinal para que andasse logo e saísse dali.
A cada minuto que passa cada um do grupo constata que o italiano – não sei se especialmente o romano – é muito malcriado e trata os brasileiros com grosseria.
Nós nos dirigimos até a igreja e a visitamos. Maravilhosa. Só que não se pode tirar fotos.
Alguns desceram uma escadaria que há dentro da igreja e foram até à cripta de S Francisco.
Dentro da igreja, atrás do altar, há uma escada que leva a uma outra igreja, que fica em cima da primeira. Quando cheguei aqui, não sabia da existência dessa igreja sobre a outra igreja. É muito interessante.








Ao sairmos dessa igreja, havia uma noiva tirando fotos. Aliás, nestes dias temos visto algumas noivas.



Saindo dali, adentramos pelas ruelas da cidade, que é fantástica e nesse local, a grande maioria das casas é feita de pedras. Lindas, com flores na janela. Dá vontade de ficar por aqui uns dias para ver tudo tim tim por tim tim.
O pessoal já estava dividido em pequenos grupos e cada um procurou um lugar para almoçar. O Eraldo recomendou que não deixássemos de entrar nas confeitarias, pois os doces daqui são muito bons.
Procuramos um lugar agradável para comer, mas por causa de uma garçonete que começou a gritar conosco porque alguns resolveram não se sentar dentro do restaurante, numa mesa na qual já estavam acomodados, e se sentar nas mesas da calçada, saímos dali para procurarmos um outro que nos atendesse melhor. E encontramos.Um restaurante que fica no térreo de um prédio feito de pedras. Fomos atendidos com simpatia pela garçonete e então aprontei uma pequena vigança: fiquei na porta do restaurante e convidei todos do grupo que por ali passavam, para almoçarem ali.
A comida e o vinho estavam muito bons.
Após o almoço, alguns foram às outras duas igrejas, belíssimas também, e depois voltamos para o ponto de ônibus circular, que nos levou de volta à estação.
Perto da estação, fica a igreja de Santa Maria dos Anjos, onde há uma estátua de São Francisco.





Em suas mãos sempre fica uma pomba branca. Quando ela voa, outra vem imediatamente. Bem perto do local onde há essa estátua, há um jardim cheio de roseiras sem espinho. Dizem que um dia São Francisco caiu sobre uma roseira para fazer penitência e daí por diante, todas as roseiras desse jardim nunca mais tiveram espinhos.




Assis deixou saudades. São Francisco é um santo muito popular e admirado principalmente por aqueles que amam os bichos, como eu. Conhecer Assis foi uma experiência inigualável.
Dali fomos para a estação, onde pegamos um trem direto para Roma.





Roque Tamanini com seu chapéu chinês.

À noite fomos jantar no restaurante Mino, aqui bem perto, e comemos muito bem, por 15 euros: uma entrada, primeiro prato, segundo prato, acompanhamento e sobremesa.
Os restaurantes fecham por volta de onze horas, o que para nós é muito cedo. Como era sábado, todos queriam ficar mais tempo na rua, mas tivemos que voltar ao hotel.
Hoje, dia 6, o dia é livre. Cada um escolheu o que quer fazer e saiu para andar por Roma.

sábado, 5 de junho de 2010

Dia 5 - ROMA



Estou aqui no saguão do hotel escrevendo. Não há internet no hotel; a Vodafone fornece serviço pago e só ontem descobri, graças a dica do Tiago Forti,de Campinas.
Por isso só atualizei o blog agora.
Estamos nos divertindo muito e já fizemos muitas amizades.
Roma é belíssima,mas os italianos... não são nenhuma primor de gentilezas.
Sáo malcriados e tratam os turistas muito mal. Os romanos têm fama de serem assim mesmo,mas é muito duro a gente aceitar ser maltratado, quando está vindo visitar a cidade e trazer muitos euros para ela.
Estamos nos preparando para ir a Assis. Vamos de trem e por sorte, a estação é aqui bem perto. O Hotel é muito bem localizado e aqui há muitas pizzarias, restaurantes e a estação Termini ( metrô, ônibus e TGV) é um verdadeiro shopping. Tem restaurantes, lojas, sorveterias.
Por falar em sorveteria, o sorvete daqui é uma delícia.Os sabores... hummmmmmm...
O sorvete de tiramissu é qualquer coisa de espetacular. O de nozes, idem... de chocolate puro, de fragola ( morango), pistache...
O pessoal está começando a chegar para o café da manhá. Aí no Brasil são 2.34 da madrugada e aqui, 7.34h.
Se eu não der notícias hoje, é porque não consegui acessar a internet.
Em Trento ficará tudo mais fácil, porque há internet no hotel.
Um abraço a todos e até a próxima postagem.
Roma é linda !!!!!! A Itália é bela ... e os italianos... bem, é melhor deixar pra lá.

( A Regina Perina está falando como um barítono italiano aqui perto de mim... é muito animada... uma amigona.)

Dia 4 - Vaticano

Logo que acordamos, fomos tomar café e soubemos que os jauenses Elenice e Geraldo, os terribiles, e Sueli Spiller chegaram ao hotel no início da noite, mas resolveram ir debaixo de chuva, até a igreja onde o papa estaria celebrando a missa. Chegando lá, foram avisados de que a cerimônia tinha sido transferida para a igreja de São João Latrão, um pouco distante do hotel. Os três resolveram ir para lá e quando chegaram... viram o Papa que saía da igreja. Foi uma momento de muita emoção para os três, que corajosamente, debaixo de chuva e de noite, sem conhecer Roma, enveredaram pelas ruas até chegarem à igreja. Foram premiados pela perseverança e os únicos do grupo a verem o Papa.
Terminado o café da manhá, fomos para a estação Termini, tomamos o ônibus 40 e fomos direto para o Vaticano.
Enfrentamos mais de uma hora de fila para visitarmos os Museus do Vaticano e a Capela Sixtina. Estava um calor e um sol de rachar e o jeito foi comprar uns interessantes chapéus de palha vendidos pelos chineses. Na falta de bonés, alguns homens usaram esses chapéus.
Os museus são maravilhosos e guardam riquezas de valor inestimável. São de tirar o fôlego.
Andamos por todos os lugares nos quais os turistas podem entrar, até chegarmos à capela Sixtina. Maravilha.
As fotos vão falar mais do que as palavras.



A primeira foto oficial do grupo.
Bom, pra não perder o costume que perdurou por todo dia, o grupo se espalhou e se formaram grupos pequenos. Isso já nos museus.
Eram quase duas da tarde quando resolvemos ir comer, dentro mesmo do Vaticano e no final... todos se reencontraram.
Fomos todos para a enorme fila para visitar a Basílica de S Pedro. Novamente um sol de rachar mamona e muita gente. Ah! Existe um rigor muito grande para se entrar na Basílica; não é permitido entrar com bermudas, blusas sem mangas e se passa pelo raio x antes de se entrar.
Visitamos toda a igreja e depois a cripta, onde estão enterrados os papas. Vimos o túmulo de João Paulo II, onde havia muita gente rezando.
Depois, um grupo enfrentou nova fila para subir à cúpula da basílica, de onde se tem uma visão de Roma como estivesse em um helicóptero. Haja fôlego.




Todos retornaram para o hotel para irem para Tratesvere, um bairro boêmio, no qual há inúmeros restaurantes.
O pessoal se arrumou todo e depois, no saguão do hotel, posou para fotos.




Fomos em vários táxis mas .... 8 se desgarraram do grupo, por culpa dos motoristas, que deixaram apenas esses 8 no local combinado; os outros foram deixados vários quarteirões longe dali . Quatro foram andar pelo bairro e reencontraram o pessoal, e eu, Dane, Dino e Marilda jantamos sozinhos.
Fomos a um restaurante muito bonito, na praça de Santa Maria de Trastevere e lá tivemos uma das primeiras demonstrações da falta de educação dos italianos. O garçon que nos atendeu era mal criado, ficou fazendo chacota quando lhe pedimos manteiga e por pouco não levou uns tapas nas fuças.
Ficamos ali na praça observando artistas amadores e quando estávamos procurando um taxi, reencontramos a turma em um restaurante.
Alguns foram ver o rio Tibre iluminado e outros resolveram voltar ao hotel, porque amanhá tem mais: iremos a Assis.

E vamos lá para a Itália - dias 2 e 3

Saímos de Jaú às 7 e 30h pontualmente: Clóvis, Dino e Marilda Migliorini; Tadeu, Roque e Dalva Tamanini, Sueli Gordini, Adão Levorato e Patrícia Victor. Chegamos em Piracicaba e nos encontramos com o animado pessoal que completou nosso grupo, sob o comando de Ivanette e Eraldo Stenico.

Chegamos ao aeroporto de Cumbica, fizemos o check-in rapidamente, uma rápida passagem pelo free shop e embarcamos no vôo da Ibéria que nos levará à Itália.
Estamos agora no avião, voando a 10 mil pés de altura e há poucos minutos começamos a atravessar o Oceano Atlântico. O clima é dos mais animados: várias pessoas de pé conversando, trocando idéias. Tirei algumas fotos, mas as aeromoças vieram feito abelhas me dizer que “ no se puede sacar fotos... es proibido por la lei “. Então, por isso, são poucas as fotos dentro do avião. Que pena. Seria bom ver a turma conversando animadamente: parece que somos velhos amigos.
Ah. Serviram o jantar: salada de alface, tomate, cenoura ralada e pepino e duas opções: carne ( filé ao molho madeira com purê e zuchinni ) e massa ( ravióli). Havia vinho tinto e branco , refrigerantes e de sobremesa, mousse de maracujá. E um café horrível; disseram que parecia a água de coador. E o “te”... bem, esse não sei, não provei.
As aeromoças – não tão moças assim – disseram que vamos ter um desajuno... ( aqui há aermoças, aerovelhas e aeromúmias, todas muito mal educadas )
Aqui onde estou está a maior muvuca: Eraldo, os Tamanini, Trentino, Cestari no maior converse. O restante do pessoal do vôo olha para nós com cara de espanto. Quem será esse povo falante ?
Somos nós indo ao encontro a nossas raízes.



Estou escrevendo do hotel em Roma, onde incrivelmente, não há internet. Um atraso de vida. Terei que encontrar um café fora daqui para atualizar o blog.
Depois de 10 horas de viagem, chegamos ao espetacular aeroporto de Barajas, em Madri. Uma maravilha; disseram que é o maior aeroporto da Europa.
Para chegarmos ao nosso terminal, descemos ao subsolo e pegamos um tipo de metrô, que leva por baixo da terra, à área nova do aeroporto, a 5 km.
Pegamos o vôo para Roma e não serviram nem água pra nós. Se alguém quiser comer ou beber alguma coisa, há um cardápio e se tem que pagar... em euros. Uma coca, 2.50 euros. Água, o mesmo.Que Ibéria mais pão dura; nem uma barrinha, nem uma bolachinha, niente. Bando de carcamanos.
Em torno de duas da tarde, chegamos ao hotel Archimede, bem no centro de Roma, perto da estação de trem e metrô . Perto também de vários monumentos.
O grupo descansou um pouco e às 4 horas, saímos a pé com Eraldo e Ivanette. Fomos visitar a igreja de Santa Maria Maggiore, mas como o Papa iria realizar ali uma missa, às 20 h, estava tudo interditado e não pudemos entrar lá.
Partimos então para a igreja de San Pietro in Vincoles, ou São Pedro em Correntes, onde há a famosa estátua de Moisés, feita por Michelangelo. Subimos uma escadaria enorme para podermos chegar à igreja. Tiramos uma foto do grupo todo na escadaria.
Dali partimos para o Coliseu. Que emoção ao chegarmos nessa famosa arena de Roma, palco de tantas lutas.
Como o tempo aqui está instável, ora chuvisca, ora faz sol, compramos sombrinhas e guarda –chuvas a 5 euros, de imigrantes indianos e de Bangaladesh.
Quando estávamos no Coliseu, o tempo começou a fechar e resolvemos pegar o metrô na estação Coliseo, ali bem perto. Desabou um toró, mas por sorte, já estávamos dentro da estação.
O metrô estava lotadíssimo, pois eram 6 e pouco da tarde, horário de saída do trabalho dos italianos. Entramos no trem e havia muita gente. Nosso amigo Chico Zem teve a sua carteira roubada no metrô. Foi a confirmação de tudo o que se diz sobre os ladrões que andam a solta em Roma.
Descemos na estação Termini onde jantamos. Como começou a chuviscar, voltamos para o hotel. Da nossa grande turma que saiu para o passeio, restavam apenas 4. A chuva dispersou a turma.
Agora é dormir depois de mais de 32 horas fora de casa, sem quase dormir .
Amanhá tem mais.



quarta-feira, 2 de junho de 2010

CHEGOU O DIA !

São quase 7 horas da manhã e estamos esperando a van para nos levar a Piracicaba, onde encontraremos o restante da turma para iniciarmos nossa viagem para a terra do macarrão, dos vinhos; dos nossos ascendentes.
Que Deus esteja conosco e que a viagem seja repleta de alegria.

Olhem a carinha da Suri... ela já está com saudades.

terça-feira, 1 de junho de 2010

MALAS PRONTAS ?

Falta pouco tempo para embarcarmos para a Itália, rumo às nossas raízes: menos de 24 horas.
Todo mundo está terminando de arrumar as malas, checando documentos, deixando tudo certo em casa para aqueles que ficam, todos ansiosos e desejosos de uma viagem muito boa, prazerosa e inesquecível.
Amanhã será o grande dia de nos conhecermos pessoalmente e sabermos o nome de cada amigo que passará todos esses dias conosco.
Certamente nos divertiremos muito, porque isso faz parte da índole do italiano . Vamos rir, nos emocionar, ver as paisagens que nossos ancestrais viam, provar das comidas que eles comiam, tomar um bom vinho, cantar, ouvir músicas típicas e conhecer muitos lugares especiais. A ordem é: tênis no pé e sebo nas canelas.
Faremos uma grande torcida verde-amarela no dia do jogo do Brasil e vamos sacudir Trento com nosso entusiasmo.
Vamos com Deus e que Ele fique sempre ao nosso lado. Certamente quando estivermos olhando para aquela natureza maravilhosa, sentiremos a presença Dele.
Um abraço a todos e até amanhã.

MAIS FOTOS DA REUNIÃO EM PIRACICABA

Fotos da reunião do Grupo de Piracicaba, Santa Olímpia , Santana , Rio das Pedras e Rio Claro, que aconteceu nas dependências da Planeje Turismo, que está organizando a viagem em parceria com o José Eraldo Stenico